Se o destino for alcançável de moto
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A voz do Fundador - Virgílio Guimarães

Por Virgílio Guimarães - sócio nº 5 de 14 de Maio de 1986

O meu vício das duas rodas começou bem cedo.

Teria os meus 16 anos quando meu pai me ofereceu a primeira motorizada. Foi no ano de 1955 e era uma ASB Zundapp 50cc.

Cheguei a dar a volta ao Minho fazendo o trajecto por Braga, Monção e Melgaço regressando por Valença, Caminha, Viana do Castelo e Porto. Sem auto-estradas o que na época já era uma aventura.

Nessa altura já eu me dedicava ao desporto e praticava hoquei em patins no Boavista. Chegamos a ser campeões nacionais de Juniores e regionais de seniores. Chegou a altura do serviço militar e fui destacado para Timor. Foi um tempo muito triste mas enfim lá se foi passando e defendendo a Pátria.

Após o meu regresso o vício das duas rodas voltou e anos mais tarde (anos 70) voltei a curtir as motos.

Comprei uma 125, depois uma Suzuki 380 GT e já nessa altura comecei a a acompanhar outros viciados. Organizavamos bons passeios, entre os quais a Jarama ver estrelas como Kenny Roberts, Angel Nieto, etc.

No decorrer dos anos troquei de moto varadíssimas vezes e apareceram uns quantos mais motards.

Até que numa concentração em Porriño conheci vários aceleras e então viemos de regresso com bastante adrenalina, que culminou com uma paragem para nos conhecermos melhor. Foi então quando se decidiu um ponto de encontro a fim de falar num possível motoclube. Esse encontro foi na Foz no restaurante Varanda do Sol. A partir daí fundou-se o MOTO CLUBE DO PORTO que graças à dinâmica de alguns associados resultou em pleno, portanto todos os membros deste clube estão de parabéns, pois é um clube com 25 anos.

Nota do Moto Clube do Porto

Em 2016, como prenda para o clube, Virgílio Guimarães oferece um foto de 1986, na 1ª aparição em público da 1ª bandeira do clube. Vírgílio Guimarães e Manuel Soares a caminho da Concentração de Faro e Paula a segurar a bandeira.